Servo(a)
Pessoa que serve a alguém, podendo ser uma ou mais pessoas.
Submisso(a)
Pessoa que submete-se a outra(s) pessoa(s) por prazer, seu foco obviamente é a submissão, sendo assim um sub pode não ser masoquista. Geralmente gosta de dominação psicológica e jogos de poder ( Receber ordens, seguir regras, ser "inferiorizado" em algum play ).
Masoquista
Pessoa que sente prazer na dor, isso não quer dizer que goste de qualquer prática sádica. Masoquistas não devem ser confundidos com submissos, pois são pessoas distintas. Há masoquistas que não são submissos, ou seja, não gostam de jogos de dominação, que imponham regras ou que ditem algo fora da sessão SM.
Escravo(a)
É mais intenso(a) do que um(a) servo(a), alguns costumam dizer que escravos obedecem a tudo a qualquer instante, o que é uma mentira, pois o(a) escravo(a) apenas vive de forma mais intensa, este(a) se entrega em maiores proporções se comparado a um(a) servo(a), tendo assim limites maiores e uma entrega mais intensa. O(a) escravo(a) literalmente tem seus fetiches baseados no prazer do TOP.
Pet
Bottom adepto do pet-play, não necessariamente ligado a algum animal. Um pet geralmente gosta de plugs anais com rabo, coleiras compradas em pet shop e tudo que seja ligado a um "pet". Vale lembrar que há também o "Human Pet", um pet que gosta de ser tratado como animal de estimação, porém sem ligação a animais, se tornando literalmente um pet humano. Boa parte dos pets é fã de algum animal e prefere "fantasiar-se" de algum animal específico como gatos e pôneis e agir como se fosse um.
Dorei
Bottom no Shibari. Dorei é o nome dado às pessoas "passivas" em sessões de Shibari, podemos resumir que Doreis são as pessoas que são amarradas, e o shibarista a pessoa que amarra.
Brat
Bottom que gosta de desafiar o TOP, é uma pessoa birrenta que gosta de jogos de disciplina, , alguns brats chegam a quebrar coisas ou fazer coisas extremamente irritantes, porém é algo acordado entre o casal desde o início. Muitos acham que Brats são pessoas que deviam ser educadas, porém desafiar o TOP é um fetiche que "Brats" sempre deixam claro, portanto não há desrespeito. Podemos dizer que Brats são o famoso "Discipline-me se for capaz".
Little Girl
Bottom do relacionamento DDLG, a LG interpreta a filha ou qualquer criança dentro de um roleplay DDLG.
SAM
SAM(Smart Ass masochist) são bottom masoquistas e não submissos que dizem ser submissos para provocar o TOP. SAM'S dizem-se submissas por "N" motivos, porém elas não o são. Para o Bottom entrar nesta categoria,ele precisa assumir-se submisso mesmo não o sendo, ou seja, diz ser submisso para provocar e receber o castigo depois.
Prey
Bottom passivo no Primal Fetish, que é um fetiche que consiste em esquecer regras e agir instintivamente. A parte fundamental para o primal play é que os participantes mostrem seus sentimentos sexuais, emocionais brutos durante o jogo."Prey" seria a parte passiva nesse jogo, sendo assim "a caça", arranhando, rosnando e afins.
sábado, 11 de janeiro de 2014
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Resumo das bases que envolvem o BDSM
BDSM e suas bases ( Resumo ):
Resumos criado por Don Alighieri e Vince
SSC = São, seguro e consensual.
No SSC todos os envolvidos devem estar mentalmente saudáveis, agir com consensualidade e acima de tudo com segurança. SSC é a segunda base mais rígida do BDSM, creio eu, onde muitos dos fetiches não podem ser inclusos porque oferem riscos reais aos envolvidos, mesmo que controlados. SSC é uma base mutio conhecida pelo uso de uma palavra ou gesto de segurança.
RISSCK = Fetiche consensual, Seguro e são com riscos informados.
É um SSC bastante técnico. Cheio de análises de risco - e que naturalmente comporta coisas mais complicadas que uma simples chicotada, mas ainda assim seguras e sâs. RISSCK também possui palavra de segurança. Ele é muito mais focado em relações 24/7.
RACK = Tara consensual consciente de risco.
Criada para se contrapor ao SSC. Enquanto no SSC as pessoas estão seguras pela safeword, no RACK elas estarão conscientes do risco.
Risk-Aware (determinação de riscos): Ambos, ou todos o parceiros, estão bem informados dos riscos envolvidos na atividade proposta.
Consensual: Conhecido esses riscos, ambos ou todos os parceiros, de espontânea vontade, oferecem um consenso preliminar para realizar a dita atividade.
Kink (perversão): A atividade tida como classificada como sexo alternativo.
PCRM = Prática consensual com risco mínimo.
A expressão RACK é mais exata do que a expressão SSC, entretanto mesmo assim não é perfeitamente exata, por isso proponho um novo conceito, segundo o qual as práticas do BDSM devem ser Consensuais, almejando-se sempre o risco mínimo ou a minimização máxima dos riscos; logo, a expressão correta deve ser Prática Consensual com Risco Mínimo. Essa nova expressão, a PCRM, além de ser mais exata, também elimina um termo que, pelo menos no Brasil, é pejorativo, o de “tara”; pois que não nos considero tarados, muito menos anormais, e sim apenas pessoas que admitiram a sua natureza e a exercem de modo sadio e dentro da lei, diferente da hipocrisia dominante que tenta negar seus instintos ou dos desejos “feijão-com-arroz” dos baunilhas.
PRICK = Fetiche consensual com responsabilidade pessoal informada.
No PRICK coisas que não são seguras podem ser praticadas, ele é focado em cenas, inclusive profissionais.
PR - Responsabilidade pessoal - Significa que a responsa é de quem aplica em segundo lugar, e de quem pede em primeiro.
I - Informado - Significa que essa responsabilidade sobre o que será feito é avaliada e transferida aos devidos autores.
CK - Fetiche consensual.
No PRICK não se analiza risco. Apenas se assume a responsabilidade sobre ele, onde há termos assinados. Aqui pode-se usar espetos, pregos grandes, geralmente usado nas cenas mais hardcores em vídeos de sites pornográficos. Tudo é permitido desde que haja um termo e a pessoa assine neste.
E... Existe uma outra tríade para cenas, chamada CCC
(Commited, Compassionate and Consensual).
Nela a ideologia permite coisas até relativamente perigosas (que não entrariam em nenhuma tríade com Safe e Sane no meio) - mas preza pela compaixão (atenção ao estado físico e psicológico do bottom) e pelo compromisso (cumprir o que foi acordado sem deslizes).
É outra tríade que serve bastante à relacionamentos TPE, porque bota a responsabilidade integralmente nas mãos do Top.
Resumos criado por Don Alighieri e Vince
SSC = São, seguro e consensual.
No SSC todos os envolvidos devem estar mentalmente saudáveis, agir com consensualidade e acima de tudo com segurança. SSC é a segunda base mais rígida do BDSM, creio eu, onde muitos dos fetiches não podem ser inclusos porque oferem riscos reais aos envolvidos, mesmo que controlados. SSC é uma base mutio conhecida pelo uso de uma palavra ou gesto de segurança.
RISSCK = Fetiche consensual, Seguro e são com riscos informados.
É um SSC bastante técnico. Cheio de análises de risco - e que naturalmente comporta coisas mais complicadas que uma simples chicotada, mas ainda assim seguras e sâs. RISSCK também possui palavra de segurança. Ele é muito mais focado em relações 24/7.
RACK = Tara consensual consciente de risco.
Criada para se contrapor ao SSC. Enquanto no SSC as pessoas estão seguras pela safeword, no RACK elas estarão conscientes do risco.
Risk-Aware (determinação de riscos): Ambos, ou todos o parceiros, estão bem informados dos riscos envolvidos na atividade proposta.
Consensual: Conhecido esses riscos, ambos ou todos os parceiros, de espontânea vontade, oferecem um consenso preliminar para realizar a dita atividade.
Kink (perversão): A atividade tida como classificada como sexo alternativo.
PCRM = Prática consensual com risco mínimo.
A expressão RACK é mais exata do que a expressão SSC, entretanto mesmo assim não é perfeitamente exata, por isso proponho um novo conceito, segundo o qual as práticas do BDSM devem ser Consensuais, almejando-se sempre o risco mínimo ou a minimização máxima dos riscos; logo, a expressão correta deve ser Prática Consensual com Risco Mínimo. Essa nova expressão, a PCRM, além de ser mais exata, também elimina um termo que, pelo menos no Brasil, é pejorativo, o de “tara”; pois que não nos considero tarados, muito menos anormais, e sim apenas pessoas que admitiram a sua natureza e a exercem de modo sadio e dentro da lei, diferente da hipocrisia dominante que tenta negar seus instintos ou dos desejos “feijão-com-arroz” dos baunilhas.
PRICK = Fetiche consensual com responsabilidade pessoal informada.
No PRICK coisas que não são seguras podem ser praticadas, ele é focado em cenas, inclusive profissionais.
PR - Responsabilidade pessoal - Significa que a responsa é de quem aplica em segundo lugar, e de quem pede em primeiro.
I - Informado - Significa que essa responsabilidade sobre o que será feito é avaliada e transferida aos devidos autores.
CK - Fetiche consensual.
No PRICK não se analiza risco. Apenas se assume a responsabilidade sobre ele, onde há termos assinados. Aqui pode-se usar espetos, pregos grandes, geralmente usado nas cenas mais hardcores em vídeos de sites pornográficos. Tudo é permitido desde que haja um termo e a pessoa assine neste.
E... Existe uma outra tríade para cenas, chamada CCC
(Commited, Compassionate and Consensual).
Nela a ideologia permite coisas até relativamente perigosas (que não entrariam em nenhuma tríade com Safe e Sane no meio) - mas preza pela compaixão (atenção ao estado físico e psicológico do bottom) e pelo compromisso (cumprir o que foi acordado sem deslizes).
É outra tríade que serve bastante à relacionamentos TPE, porque bota a responsabilidade integralmente nas mãos do Top.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Aiquemofilia.
Atenção, esta é uma prática de risco:
Este artigo não é um guia prático, portanto não ache que só porque você o leu até o fim, estará pronto para cortar Bottom's por ai ou estará pronto para utilizar os materiais citados. Isto só te dará conhecimento teórico. Procure um mentor que te ensine na prática como usar os materiais, ou tente utilizá-los com um só parceiro fixo.
O mal uso desta prática pode causar hemorragia e até mesmo a morte.
O mal uso desta prática pode causar hemorragia e até mesmo a morte.
Muitos acham bonito ver imagens Cutting, porém quais os ricos desta
prática ? Quais cuidados devo tomar ? Quais materiais são ideais ?
Aiquemofilia é o fetiche por todo e qualquer objeto cortante, mas nem todo e qualquer objeto deve ser utilizado. Antes de começar, já deixo avisado que a aiquemofilia não é uma parafilia barata de se manter se a pretensão for fazer com os devidos cuidados.
Posso utilizar quais materiais ? Na teoria qualquer objeto cortante, porém é por sua conta em risco, muitos materiais são reutilizáveis ou derretem se colocados em uma autoclave, ou seja, você assume o risco de transmitir doenças sanguíneas, pegas pelo ar e outras porque o material entrou em contato com o ar e mesmo lavado ainda estará infectado por alguns vírus.
Posso usar aquela faca da minha mãe que está na cozinha ? Sim, pode, mas não deve. Essa faca está em contato constante com o ar, carne, esponjas que já passaram por mais objetos sujos. A chance de infecção ao utilizá-la é grande.
O problema é nem mesmo o álcool limpa completamente um objeto, então mesmo que o utilize, ainda há a chance de contrair doenças quando utilizá-los.
Nunca utilize materiais de ferro, ou seja, que oxidam e possam até mesmo transmitir tétano. Muitos gostam de brincar com riscos, porém vamos lembrar que a responsabilidade dos envolvidos é dos envolvidos, portanto se você quer por a sua conta em risco, a coloque, mas caso contraia alguma doença ou desenvolva algum problema por causa dos cortes, já saberá o porquê. Nem sempre brincar com riscos é algo divertido. O mais fácil e barato pode custar caro, a única coisa que eliminaria qualquer vestígio seria um Autoclave, porém a maioria dos materiais derreteriam se postos dentro.
Quais os materiais mais indicados então e como utilizá-los ?
Bisturi:
Bisturis seriam os objetos mais indicados para esta prática, e claro, que sejam descartados de maneira correta. Para utilizá-lo é preciso saber o que se faz, pois sua lâmina tem corte extremamente eficaz e utiliza-lo sem saber como pode ocasionar até mesmo a morte de seu parceiro.
O indicado é que procure uma pessoa que saiba como utilizar ou teste o corte em carne, e quando chegar ao "enfim", não usar força sobre a pele para que o corte não seja profundo e cause hemorragia.
Máscara:
A máscara deve ser descartável e utilizada da forma correta.
Como utilizar:
Lave suas mãos. Se certifique que lava suas mãos cuidadosamente com água e sabão antes de pegar na sua máscara cirúrgica.
Siga as instruções disponibilizadas pela marca da máscara cirúrgica. Todas as marcas especificam para não usar a máscara se esta tiver sido previamente usada ou retirada da embalagem. Deve ser usada uma máscara nova em cada utilização.
Coloque a máscara cirúrgica com as mãos limpas. Uma tira de metal irá dobrar para se ajustar ao seu nariz; se certifique que esta tira de metal está cobrindo o seu nariz e não a sua boca. Se a tira estiver cobrindo a sua boca, então a máscara está colocada ao contrário.
Amarre os elásticos para prender a máscara no seu rosto. Se certifique que os elásticos estão bem amarrados, mas não de forma desconfortável. Depois de amarrar os elásticos, a máscara deve estar cobrindo a sua boca, nariz e queixo.
Depois de ajustar a máscara ao seu rosto, lave suas mãos. Não toque na máscara novamente até que precise retirá-la, mas certifique-se de lavar suas mãos antes de tirá-la ou tocar na máscara por qualquer razão. Não toque no lado exterior da máscara; tente mexer apenas no interior ou nos elásticos. Lave novamente suas mãos depois de retirar a máscara.
Para jogar fora a máscara, enrole em um saco plástico fechando de forma segura. Lave suas mãos uma última vez depois de jogar fora a máscara cirúrgica.
Luva descartável:
Luvas compradas em farmácias ou varejos.
As luvas devem ser utilizadas sempre que a prática for feita, e descartadas após seu uso. As indicações para seu uso são as mesmas que para a máscara cirúrgica. A luva possui diversos tamanhos, portanto utilize luvas adequadas, com a numeração ideal para você, isso e importante para evitar que ela rasgue enquanto estiver usando.
Formas de descarte:
Por serem materiais infecciosos, devem ser descartados de forma devida. Aqui listarei quais as formas. O bisturi deve ser posto dentro de uma garrafa plástica antes de descartado.
Saco de lixo hospitalar:
O saco de lixo hospitalar deve ser utilizado uma vez e lacrado em seguida. Basta jogar nele todo o material utilizado e amarrar a ponta. Basta entregá-lo ao posto de saúde ou hospital mais próximo.
Descarpack:O descarpack é uma caixa onde se coloca material infeccioso. Ele deve ser preenchido até a marca de segurança e entregue em postos de saúde ou hospitais. A marca de segurança é a risca pontilhada preta, que pode ser vista na imagem abaixo.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Direitos dos dominadores e submissos.
Temos que lembrar SEMPRE que BDSM é algo consensual.
Todo dominador tem o direito de recusar uma serva, deixar de ir a encontros ou festas e também de não realizar algum fetiche que ela tenha se ele não o agradar.
Todo submisso tem o direito de recusar um dom, deixar de fazer algo que o dom mande em uma festa, e até abandonar a coleira se ele força-lo a fazer algo que odeia.
Apenas o dono da pessoa submissa deve impor regras a ela, sendo assim qualquer um que diga "você TEM que fazer isso com a sua submissa ou não não é dom" está errado. As regras são impostas pelo casal e não por terceiros.
Essas são regras impostas pelo SSC e pelo SSS, portanto ninguém, dominador ou submissa, é obrigado a seguir regras de outros, opiniões sobre a própria relação ou uma verdade absoluta. Uma vez que há o contrato e a consensualidade contida nele, nenhuma as partes deve quebra-lo, ferir o consentimento do parceiro e obriga-lo a fazer algo porque em algum canto alguém disse que ele é obrigado a seguir.
Consensualidade e bom-senso são as regras imutáveis do BDSM, portanto leiam o que significa "consensualidade" no dicionário antes de sair dizendo que o submisso é obrigado a fazer tudo que o dom manda ou que o mestre deve dominar alguém todos os dias.
Sou do time que luta pelo BDSM verdadeiro, que busca o prazer sem estupro, espancamento ou humilhação verdadeira.
Todo dominador tem o direito de recusar uma serva, deixar de ir a encontros ou festas e também de não realizar algum fetiche que ela tenha se ele não o agradar.
Todo submisso tem o direito de recusar um dom, deixar de fazer algo que o dom mande em uma festa, e até abandonar a coleira se ele força-lo a fazer algo que odeia.
Apenas o dono da pessoa submissa deve impor regras a ela, sendo assim qualquer um que diga "você TEM que fazer isso com a sua submissa ou não não é dom" está errado. As regras são impostas pelo casal e não por terceiros.
Essas são regras impostas pelo SSC e pelo SSS, portanto ninguém, dominador ou submissa, é obrigado a seguir regras de outros, opiniões sobre a própria relação ou uma verdade absoluta. Uma vez que há o contrato e a consensualidade contida nele, nenhuma as partes deve quebra-lo, ferir o consentimento do parceiro e obriga-lo a fazer algo porque em algum canto alguém disse que ele é obrigado a seguir.
Consensualidade e bom-senso são as regras imutáveis do BDSM, portanto leiam o que significa "consensualidade" no dicionário antes de sair dizendo que o submisso é obrigado a fazer tudo que o dom manda ou que o mestre deve dominar alguém todos os dias.
Sou do time que luta pelo BDSM verdadeiro, que busca o prazer sem estupro, espancamento ou humilhação verdadeira.
Assinar:
Postagens (Atom)